Pesquisa aponta tendência de uso de recurso para ganhar tempo enquanto se investe na profissão.
Técnica permitiria aumentar a chance de sucesso da fertilização in vitro.
A endometriose está associada à dor na menstruação (dismenorreia) e também à dor pélvica crônica
Estudo realizado na Universidade de Birminghan, no Reino Unido, sugere que o chamado “efeito viuvez” (quando a viúva ou viúvo morre alguns meses após a perda do parceiro) pode ser causado pela combinação de estresse e mudanças no sistema imunológico relacionadas à idade. Estudos anteriores descobriram que, entre homens e mulheres idosos, o risco de morrer no prazo de três meses após a viuvez aumenta entre 30% e 90%. Foi sugerido que isso pode estar associado a mudanças no sistema imunológico, mas ainda não se sabia como isso acontecia. A nova pesquisa identificou algumas dessas mudanças e mostrou que o aumento dos níveis de cortisol causado por eventos estressantes, como o luto, piora a situação. Leia mais (25/06/2010 – 19h25)
Uma análise de estudos recentes sobre o desenvolvimento dos fetos confirmou que não há evidências de que os bebês sejam capazes de sentir dor antes de completar 24 semanas de gestação. O estudo, feito por médicos do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, no Reino Unido, concluiu que os fetos estão “pouco desenvolvidos e sedados” nesse estágio. As conexões nervosas no cérebro não se formaram completamente, e o ambiente do útero cria um estado de sono induzido, como um estado de inconsciência, diz o texto. Leia mais (25/06/2010 – 09h38)
PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC N.º 5.776/09
ASSUNTO – Reportagem “5 Segredos dos Hormônios Bioidênticos”
PARECERISTAS – Câmara Técnica de Endocrinologia
CONSULTA

Para vizualizar mais fotos acesse o endereço: http://www.facebook.com/event.php?eid=289599181492&index=1#!/album.php?aid=2061133&id=1341803023&ref=mf















Uma criança com duas mães e um pai? Sim, é possível, mostraram cientistas ingleses. Em laboratório, eles criaram embriões humanos que carregam DNA de três pessoas diferentes –o objetivo é reduzir o risco de doenças genéticas. O trabalho, porém, levanta questões sobre ética no laboratório. O que os pesquisadores fizeram primeiro foi tirar os cromossomos do núcleo de um óvulo fecundado e injetar nele o material genético de outro. Ou seja, trocaram os pais que deram origem àquele DNA. Mas a mitocôndria, que é a responsável pela produção de energia nas células, foi mantida intacta. Como essa organela celular também carrega DNA (um fração pequena, mas não inexistente: cerca de 0,2% do material genético de uma pessoa), agora o zigoto tinha genes originários de três pessoas –duas no núcleo e uma na mitocôndria. Leia mais (14/04/2010 – 21h18)